Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino
Enviada em 31/03/2026
Na cidade de Esparta, que se localizava na Grécia Antiga, as mulheres tinham os mesmo direitos que os homens, elas frequentavam as escolas, participavam do exército e comandavam a agricultura. Nesse sentido, percebe-se que a igualdade de gênero está presente em algumas localidades, porém ainda é preciso lutar e enfrentar os desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino em todos os lugares. Nesse viés, é importante ressaltar que o trabalho doméstico como responsabilidade da mulher e o preconceito com a figura feminina no mercado de trabalho são os maiores perpetuadores do problema.
Nesse contexto, de acordo com Simone de Beauvoir, ”o mais escandaloso dos escandâlos é que nos habituamos a eles". Sob essa ótica, é observável que as pessoas estão acostumadas com o ambiente que lhe são apresentados, pois é normal a mulher cuidar do lar e dos filhos sozinha e se ela não fizer isso não é uma boa mãe, enquanto, se o pai realizar qualquer mínima tarefa, ele é super valorizado. Além disso, é notório que se a mulher tem condições financeiras suficientes, ela pode contratar alguém para ajudar na casa, no entanto, essa pessoa vai ser uma figura feminina que vai receber um baixo salário. Dessa forma, esse cenário precisa mudar.
Em segundo plano, na cidade de Atenas durante o período da Grécia Antiga, as mulheres não tinham direitos à vida política. Nessa perspectiva, é perceptível que desde da antiguidade a figura feminina tinha pouco ou nenhum direito dentro da sociedade, entretanto, com o passar do tempo, ela foi adquirindo direitos de estudar e trabalhar, mas mesmo com esse cenário crescente, existe muito preconceito dos homens com as mulheres no mercado de trabalho e essa discriminação está enraizada na sociedade. Desse modo, é necessário uma intervenção.
Portanto, a fim de acabar com a responsabilidade unicamente feminina no trabalho doméstico e o preconceito com a mulher no mercado de trabalho, é preciso que as escolas (órgãos responsáveis pela educação do aluno) criem uma matéria sobre igualdade de gênero e contratem profissionais para darem palestras educacionais e fazerem debates.