Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 20/05/2026

Na animação “Diários de uma Apotecária”, é possível observar de maneira profunda a ação da mulher em uma sistemática patriarcal, com fortes políticas tradicionais da China Imperial, onde mulheres são objetificadas e usadas para fins de herança, tratadas como posse. Ao sair da ficção, muitas mulheres da atualidade tem se posicionado diante de tal desconformidade. Porém, a desigualdade de gênero persiste globalmente por meio de costumes e da polarização política por justamente “resgatar” essa visão da mulher cuidadora e de um homem provedor.

Em primeira análise, é notoriamente preocupante a prevalência de hábitos onde ocorre a desvalorização do ser humano, sendo este o desafio mais complexo a ser enfrentado nos dias atuais por ser uma sociedade diversificada em quesito de pensamento e opinião. A visão da mulher sendo inferior ao homem sempre esteve presente, tendo o valor de uma moeda de troca entre famílias como meio de poder e status na política. Esse papel da mulher cuidadora, “dona de casa”, tem sido uma barreira para promover a independência feminina em muitos países.

Diante desse cenário, essa polarização política que divide a população por conta de um “senso comum”, impede a liberdade de expressão de muitas garotas. Assim, essa homogeneização faz com que essa aparência utópica de mulher doméstica e homem como fornecedor ao utilizar o termo “ideologia de gêneros” para enfraquecer a pauta do sufrágio feminino, cause o desbalanceamento de direitos para todas as mulheres, sendo poucos países que adotam políticas de segurança e direitos às vítimas de misoginia e machismo.

Portanto, esses desafios estão empregados nos países por meio de atitudes do cotidiano. Ultimamente, essas situações são vistas por muitos com normalização, mas sendo um caso de suma importância para o bem estar físico e psicológico do indivíduo. Dessa forma, cabe ao governo federal e outras instituições, promover campanhas, projetos e leis conscientizadoras em redes públicas e privadas, garantindo mais cargos e posições femininas na sociedade, sem que isso seja algo incomum, promovendo ao máximo um futuro de direitos igualitário às mulheres.