Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 03/09/2026

No século XX, o escritor austriáco Stefan Zweig publicou Brasil, País do Futuro, idealizando a nação como um refúgio de tolerãncia e grande potencial de crescimento. No entanto, o cenário contemporâneo em relação á falta de equidade de gênero revela que tal promessa permanece estagnada, em virtudade do pensamento tradicional machista e a silenciação da luta feminista.

Em primeira instância, é essencial discorrer sobre o tradicional pensamento machista, principalmente em relação a capacidade feminina, que sempre colocou as mulhere como inferiores aos homens em praticamente todas as esferas, tratando elas como menos capazes. No ano de 2019, em um das transmissões futebolísticas do apresentador conhecido como Craque Neto, o convidade Edilson incitou vulgarmente que mulheres não deveriam narrar grandes partidas de futebol, por supostamente terem menos conhecimento. Esse comentário não só reflete essa noção arcaica como contribui para sua perpetuação.

Em segunda análise, a silenciação da luta feminista reforça a continuidade do estigma de inferioridade delas, pois diminui o local de fala das mulheres e esconde suas lutas dos meios de comunicação. O filme britânico As Sufragistas de 2015 narra um dos principais movimentos de emancipação feminina, transmitindo a opressão e o abafamento sofrido, algo que é visto até os dias de hoje.

Fica claro, portanto, a necessidade da tomada de medidas para solucionar essa problemática. É preciso que o Estado construa uma plano de valorização da imagem da mulher, por meio de ações sociais, introdução de palestras e campanhas digitais para impulsionar a desconstrução do preconceito. Dessa forma, será possí´vel alcançar uma maior equidade de gênero.