Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino
Enviada em 21/09/2026
Na obra “O Segundo Sexo”, a filósofa Simone de Beauvoir ela diz que “nenhuma pessoa nasce mulher, ela torna-se mulher”, assim mostrando que os papéis de gênero eles são criados pela sociedade. Mas na prática, isso acaba virando barreiras reais que atrapalham a vida das mulheres. Por isso, os desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino no Brasil que eles acontecem tanto pelo machismo enraizado em nossa cultura quanto pela falta da rapidez do governo em criar regras que assim mudem essa realidade.
Primeiro, vale destacar que o preconceito contra a mulher ainda é muito forte e ele acaba parecendo “normal” no dia a dia.Os dados da ONU Mulheres mostram que as mulheres elas ganham bem menos que os homens e ainda pegam os piores empregos. Porém isso acontece porque a sociedade continua empurrando a ideia de que o homem é superior, onde desvaloriza o trabalho e a força das mulheres na economia. Enquanto esse pensamento ainda continuar vivo, vai ser bem difícil de ver o empoderamento acontecer de verdade.
Além disso, ocorre uma falta de ação mais firme do Estado para garantir a igualdade. Discussões recentes no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre dar mais espaço para mulheres na magistratura eles mostram que os cargos mais altos ainda são dominados pelos homens. Sem regras claras que incentivem a presença feminina em lugares onde pode punir a diferença de salários,assim a distância entre os homens e as mulheres vai continuar crescendo.
Porem, para resolver esse problema, o governo e a sociedade precisam assim agir juntos. Cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e da Educação criar várias campanhas nas escolas e na mídia para quebrar esses preconceitos desde cedo. Mais também é papel do Congresso aprovar as leis que nos garantam a participação igualitária de mulheres em cargos públicos e de decisão. Só assim o país vai garantir que ser homem ou mulher não mude as oportunidades de ninguém.