Desafios para promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino

Enviada em 11/08/2025

Hodiernamente, há ocorrências de protestos feministas que vandalizam, por exemplo, monumentos ou instituições importantes. Esse é o caso dos protestos realizados pelo grupo FEMEN, a notícia mais recente é uma manifestação em frente á ONU, o objetivo: Lutar para que as mulheres fossem inclusas em todas as parce-las da sociedade e, assim promover a equidade de gênero e o empoderamento feminino. Nesse contexto, é imprescindível analisar o machismo estrutural e a negligência governamental como fatores que agravam o problema.

Sob essa perspectiva, é essencial examinar o preconceito de gênero como potenciador do imbróglio. A filósofa feminista, Simone de Bouvoir, aborda na sua obra, “O Ssegundo sexo” a ideia da contrução social da mulher. Assim, para ela, a feminilidade não é inata, mas imposta pela cultura patriarcal. Logo, esses esterió-tipos criados pela socieade, como por exemplo: as meninas são incentivadas a ser “delicadas” e “cuidadoras desde a infância, enquanto meninos são pressionados a ser “fortes” e “dominadores”, dificultam o acesso pleno do púiblico feminino à cer-tos espaços. Isto ocorre porque ela é vista como um ser relativo e frágil, não apta para exercer funções que estão submetidas a certas pressões. Entretanto, é incabível que essa estrutura sexista continue se perpetuando.

Ademais, vale ressaltar, ainda, a omissão governamental como colaboradora da questão. Apesar da cota de 30% para candidaturas femininas, muitos partidos não destinam verbas suficientes para campanhas de mulheres. É possível ver a conse-quência disso no ranking mundial de mulheres no parlamento (IPU, 2024), em que o Brasil ocupou o 142º posição. Sendo assim, como já afirmava Beauvoir, a opressão feminina é sustentada por estruturas institucionais e a irresponsabilidade do governo em garantir recursos e infraestrutura para protege-las comprova isso.

Portanto, é imperioso que soluções sejam encontradas para coibir a situação apresntada. Cabe ao governo federal -orgão administrativo máximo no pais- pro-mover campanhas sobre gênero, dando ênfase a equidade dos sexos, por meio de palestras educativas realizadas nas escola. Espera-se com isso, que o machismo estrutural enfraqueça cada vez mais e que o Poder Público ofereça amparo às mulheres.