Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 11/09/2020
Conforme o Programa das Nações Unidas para o Crescimento, PNUD, o Brasil está classificado entre os países com maior desigualdade social, consequentemente, sua população enfrenta obstáculos para possuir educação, qualidade de vida e saúde de modo eficiente. Por conseguinte, nota-se como tal quadro de pobreza dificulta, diretamente, a rotina dos indivíduos que dependem da área médica, como as gestantes, que precisam dos profissionais da saúde para possíveis implicações. Contudo, os baixos investimentos em saúde e educação no Brasil, segundo o site do Ministério da Economia, não permitem que as mulheres se formem na escola com as informações necessárias sobre o parto e tenham um acompanhamento necessário dos médicos. Dessa maneira, medidas, com o objetivo de reduzir os desafios para promover o parto humanizado no Brasil, são necessárias.
Em primeiro plano, a gravidez é um dos momentos mais importantes para os futuros pais, uma vez que seu término ratifica-se com o nascimento de um indivíduo, logo, é essencial que as gestantes tenham conhecimentos sobre o parto e médicos para atendê-las. Entretanto, conforme o PISA, Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes, a educação brasileira classifica-se entre as piores, o que dificulta a formação de estudantes preparadas para agir quando grávidas. Somado a isso, os baixos recursos destinados à saúde no Brasil dificultam a contratação de profissionais da saúde e obtenção de ferramentas médicas, necessárias para a execução dos partos de maneira eficaz.
Diante deste cenário de cidadãos desinformados sobre gravidez e poucos meios financeiros direcionados à área da saúde, a principal consequência é a presença de partos não humanizados no Brasil. Agregado a isso, o nascimento de um indivíduo em condições inadequadas pode gerar traumas físicos e mentais para o filho e a mãe, principalmente, devido à importância desse processo. Portanto, intervenções, a fim de reduzir os desafios para promover o parto humanizado no Brasil, são essenciais.
Em síntese, as escolas devem, por intermédio de médicos e enfermeiros, realizar atividades que mostram aos estudantes como agir em períodos de gestação, atitude que forma cidadãos preparados para lidar com a gravidez e, assim, gestantes cuidadosas para a realização de um parto ideal. Além disso, o Estado deve, a partir de um aumento de recursos destinados à saúde, contratar médicos especialistas em gestação, ação que reforça as condições necessárias para acompanhamento das gestantes e execução do parto da maneira correta. Em conformidade com essas medidas, os desafios para promover o parto humanizado no brasil devem ser reduzidos.