Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 12/09/2020
No ano de 2010, a quantidade de partos cesarianos eram de 52% e no ano posterior esse número subiu para 54% segundo o jornal Primeira Notícia. Dessa forma, a OMS alerta que a efetuação da paridade não normal pode acarretar riscos à saúde tanto da mãe quanto do filho, tornando-se necessária um melhoria nesse contexto.
Em primeira análise, o risco de vida na hora do parto é definido pelo modo em que se efetuará. Segundo a OMS, na rede privada a porcentagem de recém-nascidos de forma cirúrgica é de 84%, quando sendo realizado dessa maneira a possibilidade de ter complicações é 3 vezes maior a forma natural. Conforme o órgão já citado anteriormente, a indicação é que apenas 15% das parições sejam feitas pela cesariana, para que a incidência de mortes sejam reduzidas. Infelizmente, as mãe são desencorajadas a optar pelo modo natural fazendo com que coloque a sua vida em perigo.
Ademais, não só as mães como também seus filhos podem sofrer complicações em um parto cesariano. De acordo com o site Cotidiano, quando o parto cirúrgico não é aconselhado por médicos os riscos de desenvolvimento de doenças aumenta a probabilidade em 120 vezes, causando complicações desnecessárias ao seu bem-estar. Por conseguinte, nascendo prematuro as chances de mortes dilatam em 16%. Logo, é indubitável colocar a vida de um recém-nascido em perigo.
Portanto, é essencial a atenuação de entraves nesse cenário, fazendo-se necessário medidas serem tomadas para que amenizem os impasses. Em suma, cabe à OMS em parceria com a mídia disseminar informações sobre a gravidade de um parto cirúrgico, através de reportagens, documentários e seriados que abordem o assunto a fim de reduzirem parições cesarianas, consequentemente, diminuindo a ocorrência de mortes, uma vez que as mães e os seus filhos poder-se-ão gozar de sua vida.