Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 22/09/2020

Segundo o ministério da saúde (MS), parto humanizado é o mais seguro. Pois previne intercorrências da cesárea, a gestação segue a cronologia natural além da mãe ter contato imediato com o bebê. No entanto no Brasil é comum partos cirúrgicos, geralmente escolhido por mulheres desinformadas, principal consequência são as complicações de saúde dos nascidos precoce.

De acordo com um alerta emitido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), EM 2015 53,7% dos nascimentos no Brasil foram cesáreo. Em território nacional parto normal é sinônimo de sofrimento. Devido a posição desfavorável da mulher, deitada, o ideal seria a favor  da gravidade , fora o uso de drogas para aumentar às contrações. Tais condutas aumentam à dor. Por causa de técnicas obstetras erronias as brasileiras estão equivocadas quanto ao parto mais seguro.

É importante ressaltar também que, os nascidos com 37 ou 38 semanas de gestação embora não sejam prematuros, são precoce. Segundo um estudo coordenado pelo pediatra Fernando Barros professor da Universidade Federal de Pelotas (UFP el), um terço desses dois grupos tem problemas de saúde, asma por exemplo, que poderiam ser evitados com adiamento do parto. Sendo assim, há uma negligencia quanto  às intervenções cirúrgicas em partos no Brasil.

Portanto o Ministério da Saúde (MS), deve implantar uma campanha de conscientização sobre parto humanizado. As consultas de rotina com ginecologistas podem ser usadas como meio de informação. Referentes às técnicas obstetras atuais, o estado deve sancionar uma lei a nível nacional a fim de adotar  no Brasil às recomendações da OMS e MS. Dessa forma os brasileiros viriam ao mundo saudáveis e com mais segurança.