Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 14/10/2020
É inegável que, em consonância com o médico Friedrich Schiller, “ a violência é sempre terrível, mesmo quando a causa é justa”. Tal assertiva pode referir-se aos impactos acarretados no trabalho de parto , como, por exemplo, agressões física e psicológica. Isso são estipuladas em razão da insuficiência de informação aos direitos do parto humanizado às gestantes e atenuação da aplicabilidade de leis que garantem os direitos da criança e da mãe. Dessa forma, é crucial que medidas sejam estabelecidas a fim de mitigar essa problemática.
A priori, cabe ressaltar que, segundo o escritor alemão Goethe , “ nada é tão preocupante quanto à ignorância em ação”. Tal reflexão correlaciona à escassez de informações sobre a importância do trabalho de parto humanizado, seja cesárea ou normal, suscitando, por conseguinte, depressão pós-parto devido à falta de assistencialismo psicológico e, também , no período da cirurgia restringindo os direitos da mãe, como , por exemplo, não permitindo a entrada do acompanhante e cortes na região do períneo para facilitar a retirada do bebê. Isso é ocasionado em virtude da falta de assistência médica, durante a gestação, para o aprofundamento das melhores opções para a realização do nascimento do bebê sem agredir psicologicamente ou fisicamente a paciente.
Outrossim, de acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 53% dos partos no Brasil são cesáreos , sendo que o ideal , pelo Organização Mundial da Saúde é de 10 %. Tais dados demonstra o receio das gestantes em relação ao trabalho de parto normal , uma vez que , na maioria dos casos, há violência obstétrica , como negação à medicamentos contra dores.Ademais, é perceptível que o trabalhado de parto cesariana é elevada em razão da influência, sobretudo,dos médico, haja vista que a renumeração, pelo Sistema Único de Saúde é mais elevada em comparação aos partos normais. Dessa forma, é perceptível que há displicência em relação ás leis que garantem o direito de assistência à mulher e a criança.
Dessarte, é crucial que intervenções sejam estipuladas a fim de aplacar essa situação. Desse modo, é imprescindível que o Ministério da Saúde, em concrescência com os psicólogos e médicos, garantem assistência à gestante, sobretudo ,no que tange a adesão da opção na escolha do parto, garantindo, por conseguinte, o parto humanizado com direitos da gestante, como, por exemplo, acolhimento do espaço. Ademais, é necessário que a legislação crie leis que garantem assistência da criança e da mãe na hora do nascimento, como a humanização do parto, como, por exemplo, medicamento contra dores, banhos quentes e contato da criança com a pele da mãe no nascimento. Desta maneira, ter-se-á a humanização do parto no Brasil.