Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 16/09/2020

A violência obstétrica é comumente praticada no Brasil, o ato é caracterizado pela execução de procedimentos físicos e psicológicos que agridam ou desrespeitem a mulher durante a gestação . Os constantes maus tratos praticados contra as mulheres  durante os partos intitulados como normais contribuem para o aumento dos procedimentos cirúrgico, a Cesariana, no Brasil.

Segundo uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) o Brasil é o país que mais realiza Tomotocia no mundo, contrariando as orientações da Organização Mundias de Saúde(OMS). As mulheres são constantemente desencorajadas a realizar o parto normal ou humanizado, devido, os constante relatos de abusos praticados por médicos e auxiliares, principalmente, durante o processo de nascimento.

As negligências mais comuns são; abuso físico, caracterizado por cortes indevidos e negação de medicamentos que reduzem a dor, abuso psicológico, por exemplo, o tratamento ríspido com a paciente, o abuso verbal, onde a mulher é inibida a expressar sentimentos de dor, como gritos e gemidos. Algumas cidadãs relatam que após expressarem sentimentos de dor foram friamente tratadas com descaso.

Portanto, deve-se criar políticas públicas e uma legislação específica garantindo o amparo para as gestantes que sofram abusos, além de, punições mais rígidas contra os praticantes do atos. Por fim, os médicos devem passar por treinamentos humanizados, onde seja ressaltado os direitos humanos e psicológicos de qualquer paciente.