Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 16/09/2020
No século XVII, para agir contra as opressões vivenciadas pelo povo francês, o Iluminismo nasceu cuja uma da suas finalidades era usar do poder da coletividade, a fim de conquistar gradualmente mais direitos civis a todas as parcelas sociais. No brasil hodierno, entretanto, as pessoas abandonaram essa filosofia, o que implica a promoção de partos humanizados na pátria. É paradoxal, pois, em um século marcado por avanços coletivos, haja ainda obstáculos que possam pôr em risco mulheres e bebes. Por isso, esse cenário merece ser devidamente observado para encontrar a causa, assim como a sequela.
Vale defender, inicialmente, que os impasses para promover partos humanizados advêm além das superfícies sociais, são uma causa subjetiva de comportamentos dominantes. Nesse sentido, ao analisar a forma como o Estado e o corpo civil não debatem sobre tal situação, fica nítido o desinteresse coletivo de solucionar a problemática, fora, é claro, ocultar essa realidade. Infelizmente, se os pais atribuem análogos ensinamentos aos filhos, por que, então, as futuras gerações agiriam diferente? Desse modo, evidencia-se um forte ocultamento por partes dos cidadãos devido à subjetividade, na qual foi lhes concedida. Paralelamente, ocorre a corrupção daquilo que a Constituição Federal de 1988 assegura: a integridade moral e física.
Presencia-se, em decorrência disso, riscos para as grávidas. Em consonância a isso, há de se pontuar que a falta de humanização durantes os partos podem proporcionar problemas físicos e emocionais na saúde da genitora. Pois, de acordo com o jornal Uol, uma má análise médica pode levar mulheres à incontinência de urina e fezes, o que ainda pode aumentar a dor em partos normais. No entanto, ao longo da história, o ser humano se mostrou capacitado de vencer desafios:ao analisar fatos como da criação do sistema de cotas nas universidade, a qual foi um efeito da exigência populacional por medidas inclusivas. Assim, torna-se mais vislumbrante que os homens e as mulheres estão aptos a mitigar a problemática.
É possível afirmar, portanto, que os impasses supracitados instituam desafios a superar. Para tanto, o Governo Federal, por intermédio da verba pública, deve construir clínicas especializadas em partos e investir em médicos qualificados, com o objetivo de aumentar a humanidade nos partos, além de garantir a proteção da mãe e do recém-nascido. Simultaneamente, ainda compete à sociedade a pressionar o Poder executivo -órgão governamental responsável por administrar normas legais- a garantir que tais medidas estejam em escala nacional para, dessa forma, toda coletividade -por conseguinte- usufrua. Com essas ações, aos poucos o Iluminismo se moverá avante no presente.