Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 23/09/2020

Certamente o parto deixou de ser humanizado há muito tempo. Conforme o jornal cientifico “The Lancet”,a porcentagem de partos por meio cesariano no mundo ultrapassou a marca de 21%, visto que a cesariana é recomendado apenas em casos onde a vida do bebê ou a da mãe corre risco. A menos que o ato do parto cesariano sem risco de vida pare de ser utilizado as taxas de cesariana vão crescer cada vez mais, tornando preocupante tanto para a vida do bebê que corre mais riscos, tanto para mãe que acaba por correr mais riscos também. Ao passo que a cesária sendo usada demasiadamente é preocupante, o uso de medicamentos para aceleração do parto também acaba sendo, pois acaba por gerar efeitos colaterais na mulher e em alguns casos nos bebês.

Uma vez que a humanidade “caminhou para um lado” onde deixou de usar os partos sem auxilio médico, acabou também mecanizando imensamente o mesmo. Com o fito de suportar e preparar o parto, o corpo da mulher se prepara para a chegada do bebê, tendo em vista tal fato, o melhor a se fazer seria a desmecanização do parto, para assim o parto ocorresse mais humanamente e sem efeitos colaterais para a mãe e para o recém-nascido.

Efetivamente os medicamentos para a concepção são utilizados hoje em dia com prescrição médica, porém é fato que mesmo com baixa possibilidade ainda podem causar efeitos colaterais, causando sequelas no  recém-nascido, dessa maneira o mais adequado seria o uso de “remédios naturais” para o antecipamento do parto.

Com a finalidade de ser o mais saudável para a mulher e para a criança, o ato do parto cesariano deveria ser em sua grande parte desmecanizado pelo MS ( Ministério da Saúde), tornando então a concepção mais humanizada. Por conseguinte o MS também deveria instruir a população brasileira a não usar medicamentos de adiantamento do parto, trazendo seus riscos e benefícios, e levantando como solução os “remédios naturais”.