Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 22/09/2020

Quando cita-se o parto humanizado pode-se fazer um paralelo com o nascimento e a época de Jesus, com pouca tecnologia e experiência médica, os partos eram em casa e ocorriam naturalmente, só dependia da mãe e do bebê. Porem nos dias de hoje, o Brasil enfrenta um desafio com relação à promover o parto humanizado. O desencorajamento das mães ao longo da gestação e o maior lucro juntamente com a rapidez de um parto cesariano para os médicos, acarreta em sua preferência.

Em suma, o parto humanizado tem uma porcentagem menor de prática no Brasil comparado ao cesariano. Ao longo da gestação, as mães são desencorajadas por medo da dor ou de possíveis complicações que podem ocorrer durante o procedimento. Muitas vezes os próprios médicos desencorajam, a fim de que recebam uma quantia maior de capital pelo parto. Com isso obtêm-se 3/4 dos partos por exemplo em 2010 cesarianos, segundo o Ministério da Saúde.

Juntamente com que foi dito anteriormente, o parto natural demanda tempo, acompanhamento e paciência podendo durar horas. Por isso médicos tendem a incentivar a tomotocia, pois enquanto um bebê nasce naturalmente, se durar 5 horas todo o trabalho de parto por exemplo 5 bebês nascem de cesariana nesse meio tempo. Resultando além disso em um lucro maior no fim do turno.

Por fim, é necessário medidas para enfrentar o desafio de promover partos humanizados no Brasil. Dessa forma, é dever do Ministério da Saúde incentivar e conscientizar os médicos da área, por modo de palestras e cursos que mostrem técnicas naturais de ajudar a mãe na hora do parto, e formas de apresentar e incentivar durante as consultas gradativamente o procedimento para tranquiliza-las e prepara-las, a fim de que seja mais humanizado possível e cause menos medo, dor e insegurança  momentos antes de ocorrer.