Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 22/09/2020
O tema parto humanizado pode ser interpretado de diversas formas, como um local adequado para o nascimento, agressões físicas durante o processo, instrumentos inadequados para o auxílio do parto e diversas outras. Toda e qualquer mulher tem o direito de escolher entre parto normal ou cesariana. Escolher a rede de hospital que quer e o médico de confiança que preferir, pois é um momento delicado em que a mulher deve se sentir confortável e segura.
De acordo com a lei emitida em 23 de agosto de 2019 a mulher pode optar por cesariana sem a indicação médica, se o bebê estiver saudável e com 40 semanas de gestação, tempo necessário para completar o desenvolvimento fetal.
Violência obstétrica é mais comum do que imaginamos pois pode ser apresentada de diversos modos como: não receber alimentação durante o trabalho de parto, medicamentos para o alivio da dor, a pratica ponto do marido onde médicos fazem suturas inadequadas para que haja maior prazer para o homem durante a relação sexual o que pode causar dor e desconforto na mulher. Mais de 25% das mulheres já sofreram algum tipo de violência nessas situações.
Ter o acompanhamento de um mesmo obstetra de confiança durante a gestação pode ajudar a diminuir esses incidentes. O governo possui a responsabilidade de promover todo o apoio para o parto como instrumentos, lugares higienizados e profissionais adequados pois é a futura geração que está nascendo.