Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 22/09/2020
Apesar dos problemas em cesarianas registrados ao longo de anos, ainda são inúmeros, seus casos desnecessários, contra a emergente prática do parto humanizado. Essa que apoia uma perspectiva mais humana e focada no bebê e na mãe.
Em 2015, o Ministério da Saúde publicou em seu site um edital explicando o riscos do procedimento cirúrgico sem sua recomendação médica. Entre os riscos mais sérios reportados estão o aumento de chances de hemorragias, infecções e complicações no pós-parto, elementos que em casos mais graves podem levar a morte. Entre os motivos mais apontados para a escolha voluntária dessa opção estão o fato dela ser mais rápida e indolor, mas muitas esquecem de considerar a recuperação que tende a ser mais demorada e dolorosa. Além de haver os casos em que a mulher é indicada a realizar o procedimento, entretanto é enganada pelo seu médico que ganha mais realizando a cirurgia do que o parto natural.
Por essa razões o parto humanizado tem sido um movimento crescente no Brasil, segundo enfermeiras obstétricas. A prática que visa respeitar ao máximo o tempo do nascido e da mulher tem se popularizado cada vez mais e apesar de possuir em seus relatos horas de dor intensa, também tem um importante fator, o não arrependimento. Pela opção ser a com menos intervenções, o contato e experiencia são os mais visados durante o processo, além de possuir tratamentos alternativos para o alívio da dor.
Assim, o parto humanizado mostrasse a opção mais natural e somente com mediações necessárias. Em decorrência disso, é um procedimento que precisa ser divulgado pela população brasileira nas redes sociais ou em jornais para que a humanização seja promovida. Também é necessário que o Ministério da Saúde promova mais a escolha do método mais adequado e seguro por meio de campanhas de propaganda.