Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 23/09/2020
A intervenção da medicina no parto é algo muito praticado no Brasil e tem como principal finalidade amenizar a dor das mulheres no momento do parto. Contudo, a intervenção medicinal, por trás do parto, traz consigo certos riscos para a saúde da mãe e do bebê, e portanto, ela deve-se ser erradicada.
Outrossim, o tipo de parto chamado de cesariana, que é o mais utilizado no país, é recomendado para ser utilizado somente em casos de emergência, onde o parto normal não obteve sucesso. Conforme o Dr. Pedro Pinheiro, médico obstetra da agência MD.Saúde " A conversão de um parto normal para o parto cesariano deve ser feita sempre que houver algum problema durante o trabalho de parto que ponha em risco a saúde da mãe ou do bebê", ou seja, a cesariana não é feita com o intuito de prevenir a dor nesses casos, e sim feita para evitar que a gestante e seu filho tenham complicações.
Além disso, a cesariana apresenta riscos para mãe e para o filho, como hemorragia pós parto, infecções no útero e problemas respiratórios para o bebê. Segundo Dr. Pedro Pinheiro, médico obstetra da agência MD.Saúde “A cesariana apresenta além dos potenciais riscos inerentes a qualquer parto, acrescentam-se, ainda, os riscos inerentes a qualquer grande cirurgia”, pois ela envolve várias questões, e tudo depende do parto a ser realizado.
Não obstante, o parto cesariano também possuí maior custo em relação ao parto normal, já que a cesária é feita de forma mais artificial, e envolve mais medicamentos associados a ela, por isso possui um valor monetário maior.
Conclusivamente, deve-se o Ministério da Saúde aprimorar a infraestrutura do SUS, Sistema Único de Saúde, por meio da arrecadação efetiva dos impostos e de campanhas publicitárias, para que o nosso sistema de saúde possa fornecer condições necessárias para a realização do parto normal.