Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 23/09/2020
No documentário brasileiro “ A dor além do parto”, mostra a tamanha dificuldade enfrentada pelas cidadãs grávidas, uma vez que são violentadas no atendimento geriatra, essa obra é totalmente fiel à realidades das brasileiras, perante a luta por um parto humanitário, visto que mulheres pretas sofrem agressão devido ao seu tom de pele, além disso, o Brasil é o país líder em cirurgias cesáreas.
Segundo Organização Mundial da Saúde (OMS), todo país deve possuir, no máximo 15% de cirurgias cesáreas, entretanto, isso não ocorre no Brasil, no qual 58% das grávidas optam pela cesárea ao longo do pré-natal, à proporção que são desencorajadas e estão exaustas e por consequência, obtém graves riscos maternos e para a criança. Portanto, isso é inadmissível, em pleno século XXI, mulheres que comprometem sua saúde pela gravidez.
Outrossim, 60% mulheres pretas são mortas pela violência obstétrica, sofrem durante o atendimento a ausência de alguns remédios essenciais, até mesmo a falta de anestesia durante o parto cesariano. Logo, este índice gravíssimo é uma reflexão de um país profundamente racista e que encontra formas diversas para matar estes cidadãos.
Então, o Ministério da Saúde (MS), por meio de reuniões com deputados e senadores, deve esclarecer os riscos do parto cesariano enfrentados e motivar as mulheres ao parto humanitário, no qual é mais barato, a fim de diminuir as violência obstétrica e não ocorrer como o documentário, respeitando os direitos humanos, além de diminuir o índice de cirurgias cesarianas respeitando o OMS, dessa forma aumentará a procura, finalmente, por partos humanitários.