Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 14/10/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a eixo social (saúde, educação, segurança e transporte) e ao bem estar. Conquanto o parto humanizado no Brasil, impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática, por causa da predomínio de interesses econômica. Nessa perspectiva esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro lugar, é importante considerar que, interessados excessivamente nos lucros das cirurgias, muitos médicos negligenciam essa prática de processos natural onde ocorre a violência obstétrica.
Ademais, vale ressaltar que, além da questão financeira a falta de condutas éticas por parte de obstétricas e de enfermeiros também compromete a efetivação dos nascimentos humanizados. Tal realidade está associado, sobretudo a uma formação acadêmica extremamente técnica e pouco sensível com conforto e segurança dos pacientes. Em virtude disso, muitos profissionais de saúde agem de forma violenta e irrefletida durante o acompanhamento da maternidade, sem levarem em conta os reais desafios e necessidades da mulher em uma situação intimista. Assim, uma gestação deveria ser aconchegante para a gestante, torna-se, muita das vezes traumático o que contraria a de ideia de Hipócrates, pai da medicina ocidental, de que a intervenção medica deve promover o equilíbrio completo do indivíduo.
Infere-se portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, urge que o Ministério da Saúde promova campanhas de esclarecimento para gestantes brasileiras, em horários nobres de televisão e em anúncios e cartazes pelos hospitais públicos e malefícios de cada tipo de parto para que assim combater a desinformação sobre o parto humanizado e desconstruir a cultura a cesária como unica escolha. Além disso, cabe ao poder público brasileiro investir na infraestrutura dos hospitais e maternidades, para tornar o parto humanizado acessível para todos os gestantes que optarem por realiza-lo.