Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 26/10/2020
Na Idade Média, a única forma de realizar um parto era a forma natural, depois de anos a cessaria foi introduzida pois ela só acontecia no falecimento mãe para salvar o bebê. Nesse contexto, tal cenário na atualidade visa o ciclo materno da mulher com o parto humanizado que um forma de escolha as condições para nascimento, apensar dos desafios como a violência obstétrica e direito de escolha na gestação ainda presentes.
Em primeiro lugar, segundo dados do estudo ´´Mulheres brasileiras e gênero nos espaços públicos e privado´´, de 4 mulheres 1 já sofreu violência obstétrica. Assim, todo tipo de recusa de atendimento, agressão verbal e psicológica ou intervenção e procedimento sem o consentimento da gestante e considerado crime. Ademias, isso causa danos psicológicos e faz da gravidez um momento esperado um trauma a mulher, não a escolha de lugar para parto, qual será a luz e forma ou modelo de parto.
Em segundo lugar, a mulher não tem direito de escolha, sendo muitas obrigadas a ficar sozinha na sala de parto sem acompanhante, apensar da Lei do acompanhante de 2005. E muitas sofrem episiotomia, tendo parte da genital cortada sem autorização ou costurada, além do uso de pinças para puxar crânio do bebê e tem o processo de parto acelerado. Contudo, a paciente também não tem direito de gritar com dor ou reclamar porquê são ofendidas ao realizar tal conduta, e segundo uma pesquisa do IBGE, cerca 9 % das gravidas foram alvos de gritos e xigamentos pela equipe de saúde.
Portanto, o parto humanizado feito especialmente no tempo da mãe e do bebê deve ser inserido nos hospitais públicos como alternativa, assim o Ministério da Saúde deve investir na capacitação de médicos e enfermeiros obstetras para realizar o parto humanizado. Além disso, deve a ver mais fiscalização sobre as condutas médicas na perspectiva da violência obstétrica com a finalidade de acompanhar o desenvolvimento dos direitos das mulheres na autônima de escolha sobre sua gestação e parto.