Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 28/10/2020
Segundo a Constituição de 1988 a saúde é um direito de todos, e ela tange a prevenção, promoção e recuperação. Infelizmente, não há uma adequada efetivação da mesma, tal carência pode ser observada nos desafios para promover o parto humanizado no Brasil. Nesse sentido, é necessário um olhar crítico em virtude da insuficiência educacional, que tem como consequência, o desencorajamento.
Em primeiro plano, é fundamental se atentar à lacuna educacional. Conforme Immanuel Kant, “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Nessa perspectiva, observa-se que a falta de conhecimento acerca de partos humanizados priva a mulher de escolher qual caminho irá seguir.
Ademais, o problema cria terra fértil em seus efeitos. Segundo uma notícia do site Cotidiano UFSC, cerca de 70% das mulheres querem um parto normal no início da gestação, mas desistem ao longo da mesma. Certamente, o desincentivo é consequência da desinformação, a qual deixa a sociedade refém do senso comum.
Logo, medidas são primordiais para resolver o impasse. O Ministério da Saúde e o Ministério da Educação devem, por meio de um projeto de lei, promover palestras sobre os diferentes tipos de parto, e quais são seus prós e contras, a exemplo: qual parto tem a menor taxa de mortalidade para os bebês. Espera-se, assim, que o Brasil incentive cada vez mais o parto humanizado.