Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 12/11/2020
No artigo 196° da atual Constituição cidadã de 1988, grande que a saúde e um direito de todos e dever do Estado, mediante políticas sociais e humanizada. Contudo, a medicina aplicada nas mulheres parturiente na prática deixa a realidade longe da teoria, inviabilizando um atendimento humanizado no momento do parto, haja em vista a falta de uma formação mais humanizada dos profissionais da saúde vem gerando uma série de traumas e até morte de muitas mulheres e bebês.
A princípio, o Documentário exibido pela a Netflix o “O Renascimento do Parto”, retrata a grave violência obstétrica, que se caracteriza por um número alarmante de cesarianas desnecessária. De maneira análoga a formação cada vez mais teórica vez que grande parte dos médicos e enfermeiros deixasse hábitos naturais usado na hora do parto, e colocasse as parturientes cada vez mais sujeitas a uso de fármacos, procedimentos cirúrgicos e intervenções traumáticas muitas das vezes sem necessidade, sabendo que 53,7% dos partos brasileiros são cesarianas, dados do Ministério da Saúde.
Nesse contexto, segundo uma dos maiores físicos da história, Isaac Newton, “toda ação existe uma reação”. Em paralelo a isso, os números cada vez mais comum de mulheres que se sentem violentada no momento do parto, impedindo que muitas grávidas tenham a sensação e benefícios de um parto normal, e impulsionado uma de série de problemas pós-partos como recuperações longas e doloridas, síndrome do pânico, depressão, dores crônicas e muitas das vezes a morte do bebê ou da mãe, refletindo que no Brasil e o país que mais tem problemas pós-cesarianas, levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde).
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao MEC (Ministério da Educação), em conjunto com CFM (Conselho Federal de Medicina), a ampliação e acréscimo de matérias na grande curriculares dos cursos da área da saúde, como ética, bioética e estágios humanizados, proporcionando aos futuros profissionais uma visão e atendimento humano do parto. Além disso, o Ministério de Saúde, em parceria com as maternidades do Brasil, devem incentiva o desenvolvimento de assistência antes, durante e depois do parto, com médicos e enfermeiros capacitados para o tratamento da forma correta e humanizada. Assim, o Brasil estaria cada vez mais próximo de modelo de parto humanizado.