Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 17/11/2020

A Constituição Federal do Brasil de 1988, norma de maior hierarquia do sistema jurídico brasileiro, assegura a todos igualdade, sem distinção de qualquer natureza. Observa-se que, na atualidade brasileira, não ocorre o cumprimento efetivo dessa garantia, principalmente em relação às mulheres, posto que estas não possuem as informações necessárias sobre o parto humanizado, colocando-as em risco. Nesse contexto, não há dúvidas de que a desinformação e a falta de incentivo das equipes médicas, dos centros obstétricos e da sociedade dificultem a promoção de tal procedimento. Inicialmente, vale destacar que a desinformação interfere negativamente na escolha da forma pela gestante de como o bebê vai nascer. Dessa forma, segundo a filósofa alemã Hannah Arendt, em “A bade lazer, com o objetivo de que todas as mulheres sejam informadas. Outrossim, o Ministério da Saúde juntamente com as mídias de comunicação, fazerem um merchandising social, por meio de filmes, séries, músicas e post no instagram, com o fito de que todos os funcionários da saúde incentivem as mulheres a fazerem o parto humanizado, a fim de que o direito promulgado pela Constituição Federal do Brasil de 1988, seja cumprido.