Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 13/12/2020
A saúde é um direto social garantido pela atual Constituição brasileira. Em seu art° 5, garante que a dignidade humana está sob controle do Estado e suas instituições, na forma de proteção de recursos favoráveis a promoção do parto humanizado no Brasil. Entretanto, distante do que rege a legislação, esse quadro apresenta desafios como, a falta de informação às mulheres e a ausência de centros especializados.
Em primeiro plano, deve-se analisar os atuais desafios para promover o parto humanizado no país sob uma perspectiva social. Nesse sentido acerta o pensador Dimas Iksilara ao defender que o conhecimento é uma forma de humanização e transformação social que consolida condutas menos negligentes e mais conscientes. Dessa forma, esse pensamento encontra-se distante da realidade brasileira, uma vez que não são comuns, nem eficientes campanhas públicas de informações verdadeiras acerca do parto humanizado, capazes de por exemplo, preparar às mulheres adequadamente para o parto.
Além disso, soma-se a ausência de centros especializados para a execução do parto humanizado que juntos, agravam os desafios nessa temática. Nesse contexto, a falta de assistência de médicos especializados, salas preparadas e secundariza as vontades indivuduais de cada mãe. Logo, quando não há lugares públicos especializados para partos humanizados, surge a urgente preocupação diante da negligencia social.
Portanto, o Ministério da Saúde deve promover ações preventivas por meio de campanhas de informaçãi, a partir da distribuição de cartilhas em postinhos, informes publicitários na televisão e redes sociais, educando, de forma elucidativa e didática quais os benefícios do parto humanizado. Assim, a informação cumprirá seu papel social, elevando os ideais de saúde brasileira.