Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 15/12/2020

A Constituição da República Federativa do Brasil prevê o direito a maternidade a todas as mulheres do território nacional. Entretanto, na realidade, tal garantida é deturpada, visto que existem desafios para a promoção do parto humanizado. Sendo assim, esse cenário ocorre não só por informações exageradas sobre o parto normal, mas também devido ao atendimento médico precário em instituições. Esses desafios podem ser minimizados, desde que acompanhado de investimentos em hospitais junto à disseminação de informações das vantagens do parto mais humano.

Primeiramente, convém analisar a visão do parto na contemporaneidade como agravante do problema. Sob essa ótica, “dar à luz” é visto como um processo doloroso e complexo pelo tecido social vigente, como se as mulheres não capazes de parir sozinhas, sem ajuda de uma moderna tecnologia. Tal visão negativa pode corroborar desafios para promover o parto humanizado, uma vez que as mulheres são desencorajadas a terem um parto normal e, consequentemente, mais humano. Nesse contexto, a Revolução Industrial, ocorrida nos séculos XVIII e XIX, foi o período de grande desenvolvimento tecnológico que teve início na Inglaterra, a qual causou grandes transformações, dentre elas, a modernização da medicina, por intermédio da inserção de equipamentos tecnológicos que facilitam o parto atualmente.

Ademais, a falta de hospitais sem equipamento adequado e profissional especializado para promover o parto humanizado agrava os desafios para esse impasse. Para ilustrar, uma série “Sob Pressão” mostra o dilema de um grupo de médicos em um hospital público, onde eventualmente a falta de recursos hospitalares não permite aos médicos mecanismos para um tratamento digno, o que refletido em um atendimento precário. Fora da ficção, a realidade a realidade não é tão embora, visto que grande parte de hospitais brasileiros não possui estrutura adequada para proporcionar o parto humanizado, com isso, pode proporcionar em mulheres o desejo pela cesárea. Em suma, a expansão de clínicas em todo o território nacional pode sanar os alunos para o aumento do parto humanizado.

Portanto, medidas são importantes para atenuar os desafios para promover o parto humanizado no Brasil. Logo, o Ministério da Saúde - órgão responsável pela manutenção da saúde no território nacional - deve expandir os hospitais e os profissionais da saúde específicos na ascensão do parto humanizado, além da divulgação na mídia dos benefícios de um parto sem excesso de intervenção médica, por meio de investimentos públicos em infraestrutura e profissionalização de médicos. Espera-se, com isso, uma superação dos objetivos para o parto mais humano. Dessa forma, a Constituição de 1988 será aplicada em prática.