Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 18/12/2020
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More , é retratada uma sociedade perfeita , na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade nupérrima é o oposto que o autor prega ,uma vez que abordar os desafios de promover o parto humanizado no contexto tupiniquim apresenta barreiras sociais , as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência governamental quanto do estereótipo. Desse modo, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da comunidade.
Em primeiro lugar, é fulcral pontuar que discrepância em distribuir a realização de operação , que diminui os riscos da gestante durante o parto, deriva da baixa atuação dos setores governamentais , no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população , entretanto, isso não ocorre no Brasil. Por causa da falta de atuação das autoridades , no que permite a perduração de divergência no social, logo , contribui para um contingente de muliébres que são desprezadas pelo estatal , em virtude de sua condição econômica. Dessa forma, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal urgentemente.
Em segundo lugar, é imperativo ressaltar que a pré-determinação do social como promotora do óbice . De acordo com a teoria do inconsciente coletivo de Carl Jung , o contingente apresenta pensamentos e atitudes com a inexistência de consciência , devido à herança cultural passada de geração a geração. Acerca de tal ótica, é inegável ressaltar que inúmeras femininas são tratadas de uma forma diferencial as demais, em virtude de ideologias, essas que não visam à universalização da efetivação do parto. Por consequência, esse pensamento não só possibilita o aumento de femininas vítimas de preconceito , racismo,xenofobia, gordofobia , mas também, a desigualdade de probabilidade de um parto mais igualitário , apesar de diferenças fisiológicas . Tudo isso retarda a resolução do óbice , já que a pré-construção do modelo a ser seguido no contexto possibilita a perpetuação desse quadro deletério.
Dessarte, com o intuito de atenuar o empecilho, é preciso que o Ministério da Educação e da Cultura entre em parceria com as escolas, com o intuito de realizar eventos representativos sobre : “A importância das pessoas se identificarem com a situação que mulheres , que não são pertencentes ao espelho social , essas não apresentam a chance de serem tratadas igualmente em tempo de cessária “. Bem como, essas apresentações devem ser licenciadas por sociólogos e psicólogos . Adicionalmente, é obrigação dessas instituições de ensino distribuir folhetos e cartazes sobre a abordagem.