Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 29/12/2020
Tema: A participação do homem no aumento do número de espécies ameaçadas de extinção do Brasil.
Nos séculos XVI e XVII, o Brasil viveu uma fase de intenso extrativismo natural, por meio de destruições florestais que, posteriormente, ocasionaram em uma redução drástica de diversidade biótica no país. Hodiernamente, de maneira análoga, a nação se encontra em uma situação alarmante para o meio ambiente. Relativo às espécies ameaçadas de extinção, a participação do homem como fator principal desse resultado representa um grande desafio a ser solucionado pela sociedade. Nesse sentido, convém analisarmos as principais causas, consequências e uma possível medida para esse impasse.
Em primeira análise, é importante salientar que o desmatamento florestal assim como a transformação de hábitats naturais em terras de plantio corroboram a diminuição de espécies existentes no Brasil. De acordo com o IBGE, a Mata Atlântica, bioma com maior biodiversidade do país, consta com apenas 12% de sua floresta original, isso se deve não só pela exploração ilegal da madeira como também da utilização proibida de espaços de preservação ambiental por parte dos fazendeiros. Desse modo, é inadmissível que o Governo Federal não proteja devidamente os seus biomas de forma que os animais estejam seguros de extinções de causa antropogênica.
Em segunda análise, vale ressaltar os efeitos devastadores de espécies ameaçadas de extinção para os ecossistemas brasileiros. Segundo o Instituto de Conservação da Biodiversidade Chico Mendes, 10% de toda a variedade da fauna está em uma posição vulnerável na sobrevivência da linhagem. Nesse contexto, pode-se perceber as consequências que podem desencadear ao meio ambiente com a redução da variabilidade biótica, como a falta de harmonia na natureza que provoca alterações climáticas nocivas para o planeta. Dessa forma, é inaceitável a imobilização de instituições de preservação para manter a fauna brasileira estável.
Fica evidente, portanto, a urgência de resolver o número de espécies ameaçadas no contexto atual. Sendo assim, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente, como órgão protetor e verificador da fauna e da flora brasileira, promova, por meio de verbas governamentais, uma melhor fiscalização em áreas de preservação e também um agravamento das punições para crimes ambientais. Espera-se, assim, atenuar o número de animais vulneráveis à extinção e evitar que continue o arruinamento da natureza que começou há séculos na colonização brasileira e traz efeitos negativos até os dias atuais.