Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 17/01/2021
Na série televisiva Gilmore Girls, Lorelai, uma das protagosnistas, fica bastante impressionado ao descobrir que sua melhor amiga, Sookie, realizará o parto de forma humanizada, em sua casa. Infelizmente, a promoção dessa forma de nascimento está cada vez mais desvalorizada no Brasil, provocando muitas reações como a da personagem. Nesse sentido cabe anlisar as causas desta terrível situação: a escassez de informação acessível às mulheres grávidas em relação de se preparar adequadamente para o momento da retirada do bebê de seus úteros e má influência midiática.
Primordialmente, muitas mulheres, pela falta de informação de como se preparar da maneira correta para ter seu parto e de maneira humanizada, realizam esse processo por meio de uma cirúrgia, a qual provoca diversos malefícios, como a lenta recuperação após o procedimento. De acordo com a Constituição Federal de 1988 , mais exatamente na “Lei de acesso à informação”, todos os brasileiros devem ter variados conhecimentos.Entretanto, esta lei não está sendo comprida, pois muitos nascimentos são cesarianos, como é comprovado pelos dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde, os quais afirmam que quarenta por cento dos brasileiros que realizam esse procedimento no SUS realizam dessa maneira. Confirmando o pensamento de Paulo Freire,“Se a educação não transform a sociedade, sem ela tão pouco a comunidade muda”.
Sob essa conjectura, a má influência midiática o aumento do número de nascimentos por meio cirúgicos, uma vez que não é realizado um debate acerca do assunto, como era realizado na Grécia Antiga, na Ágora. Segundo Pierre Burdie,“O que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em sistema de opressão”. Logo, torna-se claro, a partir da ideia do sociologo francês, que as redes socias promovem o esquecimento do assunto, já que não se expõe de forma eficaz a problemática, levando a negligência sobre o parto humanizado.
Assim, é evidente a realização de medidas.Portanto, cabe o Governo Federal, sendo Jair Bolsonaro o principal nome, juntamente com o MEC promover campanhas alucidativas, a partir de publicações nas redes sociais dos maiores representantes do país, os ministros por exemplo, mostrando os benefícios do estilo de parto humanizado, com intuito que um maior número de mulheres o realizem. Ademais, faz-se urgente que o poder público influencie as grávidas a obterem mais acesso à informação, mediante a criação de uma hashtag, como #pormaiseducação, a fim de que reações como a de Lorelai não ocorram mais.