Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 08/02/2021
O momento mais aguardado por muitas famílias, é o nascimento de um novo integrante. Para tal momento, exige certa programação e uma séries de precauções a serem tomadas, como por exemplo, o tipo de parto. O parto tem de ser algo que não coloque em risco tanto a vida do bebê quanto a da mãe.
Há dois tipos de parto comuns e mais conhecidos pelas gestantes, são o parto normal e a cesariana. O parto normal ainda é o menos escolhido, por conta do processo mais doloroso, o que preocupa às mães. Já a cesariana, que é um procedimento cirúrgico com o uso de medicamentos, é o mais preferível, pois reduz a dor no concebimento e algumas vezes é necessária devido a complicações para a vida mãe ou seu filho.
Existe outra possibilidade, além dos dois apresentados, que segundo a psicóloga Eleonora de Moraes: “não pode ser entendido como um tipo de parto”. O parto humanizado pode ser interpretado como um ato mais “humano” daquele momento, um ato de doação. Mas apesar de tudo, o parto humanizado não é tão comum, o principal motivo desse fator é a falta de informação. Durante gravidez as mulheres têm os tipos, normal e cesariana, em mente e o processo humanizado é deixado de lado.
É dever da mídia sanar as dúvidas sobre o parto humanizado e explicar detalhadamente os malefícios dos partos médicos e os benefícios do processo humanizado, sendo um deles a diferença positiva emocionalmente e físicamente dos envolvidos.
Através das redes sociais, novelas, jornais e revistas a promoção do parto humanizado seria eficaz ao ponto de ser a primeira opção das mulheres na hora de terem seus filhos.