Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 15/02/2021
A Rede Cegonha é um projeto do governo federal que tem como objetivo de promover partos de forma humanizada, respeitando os desejos e o tempo das gestantes. Contudo, de acordo com Ministério da Saúde o número de parto cesarianos é maior do que parto humanizado, isso é, motivado por diversos fatores, os quais, as grávidas não sabem seus direitos adquiridos ou, também pela influência do profissional da saúde - o médico obstetra. Nesse sentido, uma das grandes problemáticas no cenário brasileiro é a falta de informações precisas sobre os deveres e os direitos das gestantes e, isto é, cabe aos especialistas da saúde diminuirem essas adversidades. Ademais, por motivo de descaso com a integridade dessas gestantes é de suma necessidade promover cuidados integrais.
A priori, a violência obstetrícia é considerado como crime de acordo com a lei - combate a violência na obstetrícia, tem como objetivo de notificar todos os tipos de maus tratos contra essas mulheres, isto é, psicológico ou física. Entretanto, no Brasil em virtude ao número crescente de partos cesáreos em comparação ao parto natural é número alarmante de acordo com o Ministério da Saúde. Isto é, que tem como papel de incentivar a promoção de partos de forma humanizada, respeitando o corpo da mulher. Nesse sentido, é de suma importância que os profissionais da saúde têm a capacidade profissional de promover assistência à saúde de forma humana.
Diante disso, é crucial promover cuidados integrais as gestantes com a finalidade de obter qualidade à vida e orientá-las, quais são os seus direitos e deveres. Todavia, devido ao despreparo dos profissionais da saúde aos cuidados, muitas das vezes, não é realizado de forma precisa e, com isso, ocorre acréscimo de casos de negligência. Ainda assim, umas das condutas mais corriqueira na área medica é uso de hormônios artificiais – a ocitocina, ela acelerar as contrações uterinas e expulsar o feto. Por isso, essa conduta desrespeita o corpo da mulher pois, elas não têm o direito de escolher a melhor conduta que preferem e, dessa forma, a gestante fica à mercê do Médico para as realização de todos os procedimentos que se entende como plausíveis.
Sendo assim, cabe ao Ministério da Saúde o papel de designar o Programa de humanização no pré-natal e nascimento promover os cuidados específicos às gestantes, mediante programas voltado a saúde básica, com o propósito de assegurar melhoria de acesso a cobertura e qualidade de acompanhamento ao pré-natal. Outrossim, a Gestante tem o dever de saber os seus direitos e deveres, mediante condutas defensivas - a lei que combate abuso na obstetrícia, com a finalidade de diminuir as condutas ofensivas desses profissionais da saúde. Nesse interim, parto humanizado é a melhor forma de promover cuidados de forma humanitária e , consequentemente respeitando o corpo da mulher.