Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 01/04/2021

Cerca de 70% das mulheres que ficam grávidas, no começo da gravidez escolhem o parto normal, mas que depois são desencorajadas e levam pra elas a dúvida de qual tipo de parto fazer. Além da imprevisibilidade de como vai ser, pensam na parte da dor que todos falam que vai ter, assim acabando a escolher a cesariana. Um dos problemas é a pressão que a grávida sofre por família, amigos e o pai principalmente e a influência gerada pelos médicos para se optar pela cesariana.

Em primeira análise, se cria uma dúvida para todas as gestantes, em relação ao método de dar à luz ao bebê, ela sofre uma grande pressão para escolher qual a melhor maneira, mas o que muitas pessoas não sabem é o problema que isso pode causar para elas, pode gerar estresse e assim há uma alteração hormonal que afeta tanto ela quanto o feto, logo, têm que ter um cuidado maior para falar sobre o tema.

Em segunda análise, a diferença de preços entre o parto normal e a cesariana é de aproximadamente duzentos reais segundo a AMB (Associação Médica Brasileira). Assim, os médicos acabam sendo mais remunerados pela cesariana, o que pode fazer a eles tendenciarem às grávidas por este tipo de parto, por isso, grande parte das mulheres nos últimos meses de gravidez acabam a escolher fazer o parto via cesariana devido esta influência que elas levam.

Portanto, medidas devem ser tomadas para que a grávida possa fazer a sua escolha sem influências. O Ministério da Saúde deve atuar na situação em questão dos médicos para que não influenciem nas decisões, juntamente com as mídias para divulgação das vantagens que se tem no parto humanizado, como a não preocupação cirúrgica e a rápida recuperação, não só mas também, as escolas com proejtos e palestras, normalizarem o parto natural, pois muitas vezes ele é considerado doloroso e traumatizante, ademais as famílias apoiarem a mulher sempre em suas decisões para que assim o parto humanizado se torne mais comum e aumente suas taxas no Brasil.