Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 31/03/2021
O parto, provavelmente é o momento mais difícil para a vida da mãe e da criança. No entanto, falta informação necessária às mulheres para que possam se preparar para o parto. Muitas mulheres escolhem a cirurgia cesárea, tendo em vista uma opção mais “segura”.
Mais da metade de partos anuais são cirúrgicos. A maioria dos partos da rede pública, são feitos pela cirurgia cesariana, porém, em relação aos partos da rede privada, o número é ainda maior.
A cesariana, quando não tem indicação médica, pode causar riscos desnecessários à saúde da mulher e do bebê. Mais da metade de brasileiras desejam um parto normal no início da gravidez, mas são desencorajadas pelas pessoas. Um dos principais fatores, é o medo da dor do parto.
O parto humanizado vem ganhando mais visibilidade, embora apresente limitações. Os médicos recomendam o parto humanizado pelo fato de que, ele contribui para a redução da mortalidade neonatal e materna, da violência obstétrica e é importante para saúde.
A mulher tem autonomia para decidir como quer que o parto seja feito. Ela escolhe a melhor posição, tem apoio para se movimentar, comer, beber, tomar banho e pode contar com o apoio do pai ou de alguma pessoa que queira.
O trabalho dos médicos e enfermeiros, é garantir que a mulher esteja em um ambiente acolhedor, tranquilo e seguro. Hoje em dia, muitas gestantes optam por esse parto humanizado, comparado com o número de parto cesárea, o número ainda é muito baixo. Além do parto humanizado ser melhor para a mãe, e principalmente, melhor para o bebê.