Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 09/03/2021
A dor do processo de parto é natural e existe desde os primórdios da humanidade. Contudo, com a evolução dos conhecimentos humanos, vários métodos que atenuam a dor foram desenvolvidos para diminuir o sofrimento, embora ainda hajam muitos partos dolorosos. Dessa maneira, a falha governamental em garantir a plenitude da gestante gera medo do parto natural e aumenta o número de cesárias.
A princípio, vale apontar que o Estado, responsável pelo bem-estar geral, não garante o nascimento brando no Brasil. Para contextualizar, é precioso citar o chanceler alemão, Bismark, “A política é a arte do possível”. Entretanto, o sistema político brasileiro não executa a arte de confortar as mulheres durante a concepção da criança. Dessa maneira, é crucial a mobilização deste órgão pelo conforto físico e mental das mães.
Outrossim, cabe ressaltar que o receio do martírio do parto faz casais optarem pela cirurgia. Para confirmar, de acordo com o Datafolha de 2016, cerca de 34% das cesárias não tiveram real necessidade. Pois, a cirurgia deve ser indicada mediante complicações graves, uma vez que o procedimento artificial pode ocasionar infecções, demora da recuperação e reações desagradáveis. Logo, é vital que o Estado proporcione um parto humanizado à população.
Por conseguinte, o poder legislativo aliado ao Governo devem atenuar o sofrimento do parto, por intermédio de leis que cobrem dos hospitais métodos de diminuir a dor, de modo a fornecer uma experiência mais especial e sóbria durante o natal. Ademais, as escolas devem concientizar o povo quanto aos seus direitos no parto, por meio de debates e discussões educativas, de formar a esclarecer as obrigações do setor médico. Assim, o Brasil será refinado desde o nascimento.