Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 24/09/2021
O artigo 6º da Constituição Federal, promulgada em 1988, garante saúde como um direito social para todos. Por outro lado, quando se observa os desafios para promover o parto humaniado no Brasil, percebe-se que esse utópico constitucional é certificado na teoria, mas não não prática, por conseguinte, os problemas que levam ao grande número de cesárianas persistem, ora pela ausência de acolhimento da mãe desde o início da gravidez, ora pela falta do estímulo à prática da humanização durante a formção dos profissionais. Nesse sentido, convém avliar as principais causas para a permanência do problema.
Em primeira análise, a ausência de acolhimento no período gestacional, dificulta a adesão das mães ao parto normal. De acordo com, Bismark, político, “a política é a arte do possível”. No entanto, é possível perceber que, no Brasil, hodiernamente, a falta de polícias públicas para acompanhar as gestantes de forma humanizada, contribui para a permanência do problema, pois as futuras mães não são preparadas quanto ao hospital que irão dar a luz e não é de conhecimento para todas os equipamentos que podem aliviar o momento de dor, preocupação, estesse e ansiedade. Logo, fica claro que a falta de preparo das gestantes corrobora para o agravamento do problema.
Outrossim, a falta de humanização dos profissionais leva à consetância do problema. Paralelo a isso Hobbes, matemático, afirma que, “o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população”. Por outro lado, quando o assunto é humanização, não existe disciplinas obrigatórias que abordem sobre o assunto, durante a formação de enfermeiros e médicos, por conseguinte, o manuseio com as gestantes, durante o trabalho de parto, por vezes não é realizado de forma adequanda. Desse modo, o parto torna-se sinônimo de medo, dor e sofrimento, com isso, é relatado de forma negativa para as outras mulheres, contribuindo para adesão de cesárianas.
Diante disso, é evidente que a forma de manuseio com a gestante é crucial para a escolha do parto normal ou cesário. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde fazer uam campanha nacional nas UBS(Unidades Básicas de Saúde) sobre o parto humanizado, aumentando o número de leitos desse setor, realizando palestras sobre tudo que o engloba como equipamentos, profissionais especializados, medicamentos e principalmente os benefícios e autonomia da mulher, sobre de como quer proceder e o que utilizar. Além disso, essas atividades devem ser divulgadas durante as consultas pré-natais, mídias sociais, rádio e televisão, para ser de conhecimento de todos da sociedade. Ademais, o Ministério da Educação deve criar uma disciplina que contribua na prática da humanização. Como resultado, teremos uma sociedade com mais saúde e tratamento humanizado, assim como escrito na Constituição.