Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 15/06/2022
A priori, desde a criação do conceito de ser “humano”, a sua essência está intrisicamente ligada a algo bom, dócil, singelo e amavél, o que pode si só nos dar a ideia de como o termo significa algo importante. Por tanto, é necessário salientar que o parto humanizado é de fato algo benéfico para saúde e sobrevivência humana, como é sugerido pela sua terminologia. Diante deste contexto é necessário promover o parto normal no Brasil e no mundo.
A posteriori, com o crescimento do número de cesarianas na modernidade é preciso conscientizar as futuras mães de como as intervenções circúrigas podem ter impactos negativos na vida delas e seus descendentes. Do ponto de vista mais perspicaz a prática moderna de assistência ao parto revela uma enorme contradição entre os procedimentos cicúrigicos e suas consequências no processo fisiológico do parto e na saúde fisica e emocional do bebê e da sua progenitora. É importante salientar que as cirúgias são recomendas em partos de risco, segundo a Organização Mundial de Saúde em apenas 15% dos partos, porém, segundo o Ministério da Sáude, esse número chegou em 53,7% em 2011, muito acima do recomendado pela instituinção máxima de saúde.
O parto normal também é responsável por manter os riscos mais controlados do que a intervenção cirúgica, segundo dados do SUS, morrem 2 mães em cada 10 mil partos, sendo que a cada 10 mil cesarianas, o número salta para 7. Além dos aspectos humanos, monetariamente os partos normais custam menos para o sistemas de saúde e tem um impacto posterior ao parto menor, causando menos complicações e não necessitando de um período pós-operatório. Segundo o Sistema Único de Saúde, uma cesariana custa em média R$ 293,84, já o parto normal R$ 194,79, número expressivamente menor.
Em suma, é necessario que o estado e os profissionais da sáude conscientize as mães sobre a importância do parto normal e seus aspectos positivos para sua saúde e do bebê. O mesmo deve ser feito através de campanha publicitárias e públicas que possam levar informações até as mulheres de todo Brasil. Além disso, a mídia tem o papel comunicador de divulgar as informações sobre o parto humanizado para que as futuras progenitoras sejam conscientizadas.