Desafios para promover o parto humanizado no Brasil
Enviada em 17/09/2023
Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo, estava certo ao di-zer " O Brasil é feito por nós, falta desatar os nós". Nesse sentido, os entraves para a promoção do parto humanizado no Brasil são nós a ser desatados na sociedade atual, seja pela ausência de infraestrutura no sistema de saúde pública, seja pela falta de concientização às mães.
Em primeiro momento, faz-se necessário debater, como, o déficit de infraestru-tura do SUS ( Sistema Único de Saúde), responsablizado pelos cuidados públicos, age como complicador nessa problemática. Com a maior atenção dos médicos às escolhas das grávidas, que estão em trabalho de parto, trará, a elas, uma maior segurança, devido ao respeito pelo seus corpos, isto é, o parto humanizado. No entanto, a superlotação dos hospitais acarreta no sobrecarregamento da quantida-de minúscula de profissionais da área, produzindo um efeito de automação dos movimentos, para uma maior rapidez do procedimento, causando, algumas vezes violência obstétrica. Dessa maneira, torna-se urgente a correção desse problema que tanto invade o corpo feminino.
Outrora, é imprescindível discutir, da forma que, a incoscientização das mães acerca desse tema atua como causador dessa temática. Nelson Mandela, político sul-africano, entendia que a educação é a melhor arma para a mudança do mundo.
Contudo, as divulgações de pesquisas sobre o parto humanizado, afim de instuir o público feminino, não é vigente no cénario atual, ocasionando no esquecimento, ou até mesmo do desconhecimento desse tema. Dessa forma, essa situação deve ser alterada, para um maior poder de escolha das mães.
Portanto, é dever mídiatico, a disseminação de noticias relacionada ao tema, pa-ra o combate à desinformação, por meio de entrevistas com mães que realizaram um parto humanizado informando os benéficios da prática. Além disso, cabe ao Governo Federal o investimento na área de saúde pública, afim de ampliar a infra-estrutura dos hospitais, através de parcerias com redes privadas para atender o alto número de gravidas. Só assim, um dos nós da sociedade, descrito por Itararé será desatado e as mulheres terão mais poder de escolha.