Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 20/06/2018
No Romantismo houve a idealização e valorização feminina, contudo isto passou a não ser praticado, logo houve uma banalização do corpo feminino, repercutindo à uma cultura de assédio e opressora. Pois apesar de inúmeros direitos que são conquistados, a mulher, principal vítima de assédio em diversos locais de seu cotidiano, leva-a ser mais desvalorizada do que valorizada.
Devido a uma cultura preconceituosa ainda existente, há uma repercussão do assédio muitas vezes sendo amenizado. Pois através da banalização do corpo feminino, seja por uma cultura opressora, seja por uma sexualização exacerbada em propagandas, filmes, entre outros locais. Estás estão inseridas em um contexto de alta violência, que apesar de inúmeros garantias por leis, não são suficientes, deixando-as desamparadas, poi como podemos visualizar na mídia, o crescente índice de feminicídios e agressões.
Desta forma, vale ressaltar que a mudança de pensamento imediatista, sem reflexões a cerca do assunto, deve ser erradicado. Pois com pensamentos rápidos induzidos pelo contexto inserido, não nos levam a mudanças. Dessa maneira o engajamento e união dos indivíduos para uma mobilização, torna-se fundamental para a construção de uma cultura contra o assédio.
Fica evidente, portanto, que um maior engajamento e aplicação dos direitos e deveres de cada cidadão, possam levar à uma sociedade menos assediatista. Logo a escola, como fonte de mudança, possa através de aulas de sociologia e filosofia, trabalhar a luta por direitos adquiridos e como sermos mais éticos e capazes de mudar a cultura de violência em que estamos inseridos. Ademais ao Governo, reavaliar as leis de forma mais objetiva, para diminuir a possibilidade de brechas, que se perpetuam impunidades, para que cada indivíduo não tenha apenas os direitos fiscalizados, mas também seus deveres. Logo poderemos estar inseridos em uma sociedade que valorize cada indivíduo com seu devido valor.