Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 20/06/2018
Em pleno século XXI as mulheres ainda enfrentam problemas, que as consideram como objetos, por meio de machismo, colocam a mulher como culpada mesmo, sendo ela vitimas de assédios. Embora já tenham conseguido muitos direitos perante as leis, elas ainda não são tratadas como iguais, tendo que conviver com assédios sexuais frequentes.
As mulheres, por muitas pessoas, são vistas como culpadas, banalizando agressões. Muitos homens se sentem livres para “cantar”, tocar as mulheres, não tendo leis eficazes que combatam esses atos, tornam isso recorrente. Segundo Pitágoras, é preciso que eduquem as crianças, assim não será necessário castigar os homens. Deste modo, é necessário uma educação desde pequenos, para que se mude a visão de que se possa fazer o que quiser em relação ao outro.
Com leis ineficazes torna mais recorrentes os crimes cometidos. Sem medidas punitivas e eficientes, tiram a segurança feminina de andar sozinhas em espaços públicos, podendo estar submetidas a abusos. O que não acontece apenas ao ar livre, mas também no trabalho, em que chefes ou indivíduos de cargos mais altos cometem assédio sexual nas funcionárias, com isso ou elas suportam caladas ou se demitem, pois não há leis e fiscalização eficazes contra essas práticas.
Fica evidente, portanto, que apesar de terem muitos direitos adquiridos, eles ainda não são suficientes. O Ministério da Educação junto a colégios devem promover debates e trazer conhecimento para alunos e comunidade em geral participem e acabem com comportamentos errados contra as mulheres, empoderando-as. E o Ministério da Justiça pode tornar as leis mair rigorosas com mais fiscalização, protegendo as mulheres. Assim no futuro essas praticas desrespeitosas e ofensivas não irão mais acontecer, pois as mulher serão tratadas como iguais e não como objetos.