Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 21/06/2018

Na Idade Medieval as recém casadas eram obrigadas a passarem a primeira noite de núpcias com o “senhor” do lugar, e esse fato só foi julgado ilícito em 1409 na França. Todavia ainda existem casos ilícitos que rodeiam o cotidiano de muitas mulheres, como é o caso do assédio sexual que traz muitos problemas, principalmente o psicológico.

O ator Morgan Freeman foi acusado recentemente por oito mulheres de conduta imprópria e de assédio sexual. Ainda no mundo da fama podemos citar o Charlin Chaplin que tinha relações sexuais com menores de dezoito anos. Não acontece só no mundo da fama, mas acontece na realidade brasileira, e muitas mulheres que são assediadas muitas vezes não tem coragem de denunciar o assediador por não se sentirem seguras.

Em pleno século XXI, ainda existem homens que consideram as mulheres o tal “sexo frágil”, mesmo as mulheres mostrando que desde a Rvolução Industrial elas dominaram todos os setores mundiais. Infelizmente isso só acontece porque uma medida preventiva muito forte ainda não foi adotada, para que com ela as mulheres se sintam fortes, protegidas e livres de fazerem o que querem e possuir igualdade no seu espaço de trabalho e em sua vida cotidiana.

O ator José mayer também faz parte da lista de homens que não tem um caráter respeitável para com os outros e ainda acha que as mulheres não passam de um simples objeto. Talvez a educação necessária não tenha chegado a ele, assim como não chegou a muitos, pois como disse Immanuel Kant:" O ser humano é aquilo que a educação faz dele".

Com o intuito de resolver o problema do assédio, pode-se listar um exemplo do que poderia resolver tal problema, como mais instalações de postos de denúncia, delegacias de auxílio as mulheres principalmente em lugares que tem maior recorrência desse crime, fazendo assim com que elas se sintam protegidas pela justiça e a segurança pública, denunciando seus agressores e colocando um ponto final em um problema que existe desde a antiguidade, onde a mulher é reduzida a valor de objeto.