Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 21/06/2018

O assédio sexual é um problema difícil de ser resolvido,já que muitos casos e dados recentes demonstram que o problema está disperso em locais públicos e privados.

Segundo a professora Márcia Barbosa da UFRGS , “o assédio sexual é algo frequente nas universidades do país”,em outra parte da entrevista ela relata “depois de minhas palestras,muitas mulheres vieram me procurar para contar o que aconteceu com elas na faculdade”.De maneira idêntica, o problema é observado em espaços públicos,como pontos de ônibus e em metrôs,lugares em que 60% das mulheres entrevistadas pelo G1,no Rio Grande do Norte,dizem ter sofrido assédio sexual.Ainda mais,o técnico da seleção brasileira de ginástica é acusado de assédio à vários atletas,ao longo de sua carreira.

Ainda cima,um vídeo publicado nas redes sociais ,em que vários brasileiros aparecem incentivando uma estrangeira ,que não compreende o português,a repetir várias ofensas, demonstram que o problema é grave.Além disso,em um levantamento do R7,conclui-se que quase 1000 casos de assédio foram notificados,em escolas de São Paulo,nós últimos anos.Não apenas,segundo o G1,apenas 2% das vítimas de assédio denunciam o crime.

Portanto,para a solução do problema,primeiramente,o governo deve providenciar campanhas nas redes sociais,com a finalidade de incentivar as vítimas de assédio á denunciarem os criminosos.Segundamente,o poder legislativos deve aprovar leis,no qual o  objetivo é aumentar as penas para quem comete assédio sexual.Terceiramente,os prefeitos das cidades brasileiras devem desenvolver campanhas por meio de cartazes,em pontos de ônibus e em metrôs,com o intuito de alertar as pessoas que o assédio é crime.Enfin,os gestores de escolas e faculdades devem criar eventos em suas instituições com o tema “assédio é crime”,no qual o objetivo é incentivar os jovens a denunciarem o problema.