Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 23/06/2018

Diante de uma sociedade patriarcal, há muitos problemas com ideologias machistas que ferem a honra das mulheres. O assédio sexual é o mais comum, visto que é muito banalizado e naturalizado por alguns. Tal imbróglio torna a mulher vulnerável, cotidianamente, a esse tipo de violência, em diversos ambientes. É importante ressaltar que isso não é exclusivo de acontecer com as mulheres.

Acrescenta-se que, mesmo em proporções muito menores, também há homens reféns. O corpo, considerado patrimônio particular, é violado após insinuações de cunho sexual que se disfarçam no ambiente de trabalho -principalmente -, interferindo negativamente na carreira de mitos. Esse é o cenário que perturba a vida de milhares: uma violência silenciosa, fortalecida pelo poderio instituído aos homens, enraízado na sociedade ocidental e que desafia a resolução do problema.

Além disso, o medo de denunciar é real: há falta de credibilidade para com as vítimas, insinuando exageros ou falsas constatações. De tal sorte, surgiu o feminismo. Simone de Beauvoir, escritora e precursora da ideia, defendeu a igualdade entre os gêneros. Isso impulsiona e empodera todos, a não aceitarem tudo que lhe impuserem; e motiva as vítimas a não se sentirem culpados pela atrocidade que lhes fora cometida, independente de seu gênero, porquanto sejam iguais.

Desta maneira, urge combater o assédio sexual. Os movimentos feministas devem criar e propagar, através das mídias sociais, mensagens conscientizadoras da gravidade do problema. Os governos locais, por sua vez, devem pensar em locais estratégicos para disseminar mensagens publicitárias, tencionando atenuar a ocorrência deste crime e, em breve, erradicá-lo. Todos devem saber que o respeito é primordial para fortalecer o bem estar social, e a ação individual é o ponto de partida de seu exercício.