Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 24/06/2018

O assédio sexual é um fato arcaico  portanto, assíduo. Esse tipo de violência, predomina, desde o Brasil Colonial, onde mulheres negras africanas, eram estupradas por seus senhores. Situação essa, que evidencia, que por toda a história do País, a figura feminina padece de crimes bárbaros como o supracitado. Logo, é perceptível que ocorrências como essas, são problemas que devem ser solucionados, por parte do Governo, que aliado ao Poder Judiciário, visem a enfrentar a situação.

O seriado " 13 reasons why", traz uma dura realidade sobre as consequências, que uma agressão sexual pode trazer à vida de alguém, na série em questão, a decorrência foi o suicídio. Destarte, a problemática desse tipo de cenário, mostra-se  cada vez mais cruel e destruidora. Não se trata, apenas de uma violação dos direitos civis, posto que cada um é dono de seu corpo. Mas, de um crime irremediável, que gera sequelas como a depressão, o suicídio e síndromes de pânico.  Assim sendo, como viverá um ser que foi estuprado?

É previsível que marcas ficarão para sempre na vida das vítimas, o sentimento de insegurança e de medo sempre às nortearão. Pode-se citar  o Estado, como principal contribuinte à ampliação dessa violência, com sua tardia e ausente percepção e ação, sobre os casos supraditos. Cabe mencionar que só em 2009, é que a prática do estupro foi concebida como uma transgressão. Fato que deixa claro o atraso do Brasil, em elaborar políticas que punam crimes considerados hediondos.

Por conseguinte, medidas fazem-se necessárias à resolução da problemática supramencionada. Logo, o Governo, em parceria com o Poder Judiciário, devem modificar a lei 12.015, que trata o abuso sexual como crime, a adicionando uma ementa, que dispõe não só de reclusão em regime fechado, como também de uma indenização à vítima, a fim de direcioná-la à tratamentos psicológicos, e demais despesas que venha a ter, tendo em vista que boa parte delas, se isolam, e se privam dos âmbitos social e de trabalho, em decorrência do medo, posterior aos abusos.