Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 25/06/2018
No âmbito da Segunda Guerra mundial em 1939, enquanto as mulheres trabalhavam nas fábricas, os homens participavam do confronto armado. Percebe-se então, que o sexo feminino começa a ter seu devido espaço no processo produtivo. Porém, infelizmente, ainda são assedias sexualmente nos espaços urbanos e individuais, onde deveriam prevalecer a noção de igualdade e respeito, garantidos pela Constituição. Isso ocorre, graças a negligência do Estado em deixar agressores impunes e a falta de meios para mulheres denunciar esses atos maléficos.
No Brasil Colonial, os grandes latitudinários e pais de meninas, internavam-as em um convento para tratar adversias sexuais. Percebemos o quanto nosso passado machista influencia diretamente na atual sociedade brasileira. O governo possui ligação com o aumento de casos de assédios sexuais, pois não age com a devida justiça para acusar agressores. Além disso, o mesmo não se responsabiliza em garantir os direitos civis da Constituição de 1988 como liberdade de ir e vir e segurança, principalmente quando falamos de assédio.
Outrossim, os casos dessa violência aumentam drasticamente pela falta de denúncias, muitas mulheres preferem não se pronunciar contra o agressor por acharem que não sejam devidamente responsabilizados. Entretanto, o fato delas denunciarem, ajuda diretamente para que os homens fiquem presos e na o voltem a cometer tal erro. Portanto, medidas que reduzam os casos de assédios sexuais devem ser aderidas.
Das quais podemos citar; a criação de leis mais severas pelo governo federal, por meio de PAC’s juntamente com o Ministério da Segurança, para punirem potenciais agressores e evitar que os mesmo cometam o mesmo crime, dessa maneira os homens não infligirão os direitos civis das mulheres. Além disso, o Estado em parceria com a iniciativa privada deverá criar um centro de atendimento totalmente online, por meio da Internet, em que mulheres possam denunciar anonimamente agressores, assim haverá um declínio no caso de assédios como houve na 2 Guerra Mundial.