Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 24/06/2018

a importância da oposição das mulheres

No brasil, a cultura do estupro e do machismo ainda estão em alta. Desde muito tempo, grupos feministas lutam pelos seus direitos e buscam uma vida melhor para criarem suas filhas. O assédio nas ruas virou ato contínuo. O desrespeito com o corpo da mulher e a violação dos seus direitos. Temos visto constantemente essa reivindicação que há muito tempo infelizmente não tem sido conquistado por elas.

Em síntese disso, frequentemente as mulheres são julgadas pelas roupas que vestem, pelo curso que escolhem, pela vida que vivem. No Brasil, 86% das mulheres já foram assediadas, 46% delas já foram tocadas. A cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil.

Essa cultura é alimentada, ano após ano. Mulheres que são assediadas e não tem para quem recorrer, são ensinadas que, o assédio deveria elevar sua autoestima. Essa ação ocorre através das palavras de baixo calão, dos gestos obscenos usando órgãos genitais. O assédio se da pela piada que constrange a mulher e pelo assédio disfarçado de elogio.

As autoridades, não são amplas para dar o suporte necessário para mulheres que sofrem o assédio. Em muitos casos, são taxadas, sem relevância. Pelo contrário, deve ser discutido. Para uma intervenção, as mulheres precisam de apoio, um alicerce, para que mais mulheres sintam-se a vontade de relatar casos como esse. A Delegacia da Mulher, embora atendam casos como violência, em virtude disso, dar atenção também ao assédio, ao passo que as mulheres se sintam livres para denunciar. Dessa maneira, os casos de assédios devem ser tomado uma contrapartida, em que o assediador pague pelo ato cometido, dando assim o empoderamento á mulher dando liberdade de se expor e de confiar uma a outra a união para acabar com o assédio e o feminicídio.