Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 24/06/2018

É inegável que os casos de assédio sexual contra as mulheres tem se tornado cada dia mais comuns . Seja pelo fato de parecer algo normal que acontece a todo momento, seja pelo fato que a maioria das vítimas se “calam” diante destes casos.

Deste modo, fica evidente que a maioria dos homens não respeitam as mulheres no dia-a-dia, nem mesmo tem consciência que podem está cometendo crime de acordo com a Lei 10224 de 2001, ao dar um “cantada” ou até mesmo pegar em partes íntimas,  acham tudo simplesmente normal e até mesmo se glorificam com tais ações.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mais de 80% das mulheres brasileiras declaram ter sofrido algum tipo de assédio sexual em público, principalmente nos transportes públicos. E isso interfere na rotina e na produtividade da maiorias das mulheres que são agredidas verbalmente e fisicamente.

Assim, as mulheres são vítimas, e como consequências sofrem com baixa auto-estima, complexo de inferioridade e outros fatores psicológicos que acarretam em menos produtividade no trabalho. Mesmo com todos esses problemas que elas podem vim sofrer, existi poucas denúncias por elas, muitas vezes por medo do opressor, sentimento de culpa, vergonha ou até mesmo não acreditar na justiça.

Por conseguinte, cabe o Governo, através do Ministério da Justiça criar um programa de proteção as vítimas de assédio sexual, sobretudo aquelas que denunciam, pois são elas correm mais riscos de represálias por parte dos agressores. Dessa forma, com este programa, vai encorajar as outras vítimas a fazerem o mesmo e também denunciarem, desse modo combatendo de forma consistente este crime.