Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 25/06/2018

Desde muitas décadas a mulher sempre foi submissa ao homem de maneiras que muitos sempre se sentiam no direito de dominá-las e exigir respeito , tratando-as como objeto sexual. Desse modo, têm-se uma cultura antiga na qual herdamos a superioridade do homem em relação à mulher e o desrespeito lascivo à elas.

O assédio sexual é um fato existente desde a Idade Média e que prevalece até os dias atuais. Por conta de uma sociedade machista, as mulheres eram vistas como objetos responsáveis por cuidas das tarefas domésticas, procriar e satisfazer os desejos dos homens, fato este que é perceptível atualmente.

Dessa maneira, percebemos a falta de espaço e voz ativa que uma mulher possui perante à sociedade em que vive. Segundo dados, 85% das mulheres já foram desrespeitadas, tendo sido tocadas em partes do corpo sem o seu consentimento e, 83% não se sentem à vontade recebendo cantadas em público, pelo motivo de se sentirem frágeis e submetidas assim à situações de risco. Diante dos fatos, é de extrema necessidade reverter o cenário de submissão ao sexo masculino.

Fica evidente portanto, que as mulheres possuem pouco lugar no meio em que vive e os homens, ao tirar proveito de tal fato, se sentem superiores e abrem portas ao machismo. Deve-se educar nossos futuros cidadãos a respeito da importância do respeito ao sexo feminino e nossos pais, juntamente com nossos professores, devem estar sempre presentes apoiando-os e instruindo-os para que assim aprendam desde novos que uma “mulher não é objeto”. Nossas mulheres devem também reunir forças através de movimentos, protestos ou até mesmo greves, onde seja possível atingir um grande número de pessoas e, que todas entendam que os direitos femininos existem e devem ser vigorados, colocando assim os altos níveis de assédio e o tratamento das mulheres como um simples objeto apenas como um dado histórico e não uma realidade.