Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 25/06/2018

A importância da oposição das mulheres

No Brasil, a cultura do estupro e do machismo ainda então em alta. Desde muito tempo, grupos feministas lutam pelos seus direitos e buscam uma vida melhor para criarem suas filhas. O assédio nas ruas virou um ato contínuo. O assédio se dá pela piada que constrange uma mulher, pela impertinência disfarçado de elogio, desrespeito com o corpo da mulher e a violação dos seus direitos. É nítido olhar essa reivindicação constante que há muito tempo não tem sido conquistada por elas.

Em Síntese disso, frequentemente as mulheres são julgadas pelas roupas que vestem, pelo curso que escolhem, pela vida que vivem. No Brasil, 86% das mulheres já foram assediadas e 46% delas já foram tocadas. A cada 11 minutos uma mulher é estuprada no Brasil.

Essa cultura é alimentada ano após ano. Mulheres são assediadas e não tem para quem recorrer, são ensinadas que, o assédio deveria elevar a sua autoestima. Essa ação ocorre através das palavras de baixo calão e gestos obscenos.

As autoridades não são amplos para dar assistência necessária para mulheres que sofrem o assédio. Em muitos casos, é taxado como algo sem relevância. Pelo contrário, deve ser discutido. Para uma intervenção, elas precisam de um apoio, um alicerce, para que mais mulheres sintam-se a vontade de relatar casos como esse. A Delegacia da Mulher, embora atenda casos como violência, em virtude disso, dar atenção também ao assédio, ao passo que mais mulheres se sintam livres para denunciar. Dessa maneira, os casos de assédio devem ser tomados uma contrapartida, em que o assediador pague pelo ato cometido, dando assim, o empoderamento à mulher e liberdade de se expor, confiando a união entre outras mulheres para acabar com o assédio e o feminicídio.