Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 26/06/2018

No filme do Homem Aranha, Mary Jane, namorada de Peter Parker é perseguida por um grupo de homens que visam violenta-la, já no Brasil é algo comum situações semelhantes. Mulheres sofrem tanto por assédio sexual quanto pela vergonha de se expressarem sobre o ocorrido, em consonância, com medidas paliativas tomadas pelos representantes do estado, o que leve a discussões sobre a manutenção da estrutura social. Cerca de 85% das mulheres já tiveram seu corpo tocado publicamente sem sua autorização, segundo vix. Levando-se a entender, a grande insegurança que uma jovem passa, visto que, não se sabe onde e quando poderá se tornar um ´alvo´, somado a grande herança cultural patriarcal do povo brasileiro, que nos remonta o período colonial, donde as meninas eram criadas para afazeres domésticos e servirem os homens, base utilizada para ´justificar´ ações quem vem ferindo os direitos humanos. Além disso, o fato de ser banalizado o assédio às mulheres, leva muitas jovens a sentirem medo de se expressar de maneira contrária à conduta habitual, consequentemente, permanecendo caladas, visto que são doutrinadas desde a infância a tomarem atitudes nocivas para não desrespeitarem valores de família, favorecendo o aumento de feminicídio, porque de 2009 até 2011, houve mais de 17 mil casos registrados no país. Dessa forma, portando, medidas devem ser tomadas para findar o impasse. Pois como disse o escritor, Oscar Wilde ´O primeiro passo é sempre o mais importante´. O Ministério da Educação junto as escolas, podem contratar profissionais da saúdecomo psicólogos e psiquiatras para que ministrem palestras com intuito de conscientizar os jovens, desde a infância até a vida adulta, acerca dos danos causados tanto para quem fere quanto para o ferido. O governo pode extrair parte do dinheiro por meio de impostos e as escolas através de bazares