Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/07/2018

A sociedade sempre foi patriarcal, ou seja, com o homem adulto a frente das decisões importantes ou não da família. As mulheres por muito tempo tiveram a função de mantenedora do lar. A partir do direito do voto das ’’ senhoras ’’ em 1932 o olhar sobre o papel delas mudaram um pouco, sendo associadas a cargos e ocupações antes restritas, praticamente, ao sexo masculino. No entanto, o combate a esse preconceito e machismo sobre a desvalorização e submissão das moças aos rapazes não se mostra eficaz como deveria em pleno século XXI, onde representantes do sexo feminino são vistas muita das vezes como objeto de prazer e essa ação é entendida como normal, em muitos casos, pela população e ainda não há ações rígidas do Governo.

Segundo a pensadora, Georgeana Alves, muitas mulheres passaram felizes suas vidas mesmo tendo a ’’ única missão ’’ de serem boas donas de casa, mas agora isto está mudando. Uma grande parte das pessoas não tem acesso a uma renda favorável para se dirigir á algum lugar com seu próprio automóvel, e nisso acabam por pegar o metrô ou um ônibus. Com a grande quantidade de ’’ gente ’’ dentro desses meios de transporte o assédio é iminente, e a correção a uma ajuda se revela desfavorável. A culpa em grande parte das vezes sobressai sobre a vítima, pois a sociedade vê essa conjuntura como normal e entra em defesa do homem.

Situações abusivas de cunho sexual e imoral voltadas para o sexo feminino não acontecem somente em locais públicos, mas também em lugares ’’ fechados ‘’. As circunstâncias onde há relações de poder, autoridade, influência, isso tudo torna-se um meio de ’’ pressão ’’ para atacar os de cargos inferiores dentro dessa empresa ou algo do tipo, submetendo-os a alguma cena constrangedora. As leis formuladas ou as ações do Governo Federal, por mais que interfiram dentro do ambiente de interação humano, são pouco efetivas e mal formuladas, não punindo e levando a sério quem a desobedeça.

Em virtudes dos fatos mencionados conclui-se que, a visão machista ainda é predominante e o papel desempenhando pela mulher ainda é restrito, deixando como responsáveis de seus abusos físicos sexuais a própria vítima. O poder legislativo, judiciário e executivo poderiam apresentar leis que realmente fossem eficazes e que a punição para os infratores seja severa. Os meios de comunicação ajudariam por meio de propagandas educacionais, os pais ensinariam aos seus filhos como se portar em relação ao respeito ao próximo, e qualquer outro intermédio, como escolas, igrejas transmitiriam valores morais a ser seguido e revisto pela população.