Desafios para reduzir os casos de assédio sexual

Enviada em 02/07/2018

O posicionamento em casos de assédio

No Brasil, a cultura do estupro e do machismo ainda está em alta. Desde muito tempo, grupos feministas lutam pelos seus direitos e buscam uma vida melhor para criarem suas filhas. Além disso, concentra-se também o assédio que virou um ato contínuo nas ruas. O assédio se dá pela piada que constrange uma mulher, pela impenitência disfarçado de elogio, desrespeito e objetificação do seu corpo e a violação dos seus direitos.No Brasil 86% das mulheres já foram assediadas, 46% delas já foram tocadas.

Em consonância a isso, freqüentemente as mulheres são julgadas pelas roupas que vestem, pelo curso que escolhem, pela vida que vive. De acordo com o Estadão, uma mulher é violentada a cada 11 minutos no país, resultando 47,6 casos em 2014.

Essa cultura é alimentada ano após ano. Mulheres são assediadas e não tem pra quem recorrer, são ensinadas que o assédio deveria elevar a sua autoestima. Essa ação ocorrer através de palavras de baixo calão e gestos obscenos. Por não ter suporte, não podem intervir.

As autoridades não provêm ampla assistência necessária para mulheres que sofrem assédio. Em muitos casos são taxadas como algo sem relevância. Pelo contrário deve ser discutido. Para uma intervenção, elas precisam de apoio, um alicerce, para que as mulheres sintam-se a vontade de relatar casos como esse. A Delegacia da Mulher, embora atenda casos como violência carece de dar atenção também ao assédio, ao passo que mais mulheres se sintam livres para denunciar. Dessa maneira, os casos de assédio devem ser tomados uma contrapartida, dando assim, o empoderamento à mulher e liberdade de se expor, confiando a união entre outras mulheres para acabar com assédio e o feminicídio.