Desafios para reduzir os casos de assédio sexual
Enviada em 27/07/2018
A Insistência, perseguição, impertinência, obseção, inconveniência são sinônimos para o ato de assediar em sua maioria mulheres. Segundo a EBC – Empresa de Comunicação – cerca de 86% das mulheres já sofreram algum tipo de abuso em local publico, ou seja, ônibus ou no trabalho, dados como esse mostra uma realidade brasileira cruel onde um corpo pessoal torna-se publico sem sua permissão.
Observando o passado vê-se que desde a Grécia Antiga o direito de mulheres nunca foi fornecido a tais. Comprova-se que a imagem de mulher frágil e submissa sob uma figura masculina é persistente culturalmente, mesmo com a evolução de alguns direitos como o poder do voto, percebe-se que a concepção principalmente por parte masculina continua como antigamente. Acarretando a inúmeros casos de abusos, tal como a cada 4 de 10 adolescentes sofreram violações de seus corpos.
De mesmo modo o psicológico das vitimas podem eventualmente causar consequências devastadoras. Após um grande trauma pode ocorrer vários danos ao psicológico, segundo o Ministério da saúde, em pior caso levando ao suicídio. Bem como no livro Em Águas Sombrias da Paula Hawkins, aborda a historia de Jules que após sofrer estupro recorre às drogas licitas como solução, para enfim tentar encontrar a si mesma desde que uma pessoa próxima a sua família a denegriu de forma tão brutal.
Fica claro, portanto, que medidas precisão ser tomadas tal como: ajuda a pessoas que já sofreram com algum tipo de abuso, por parte de psicólogos disponibilizados pelo SUS para amenizar danos causados e poder viver uma vida sem medos novamente. Outra medida são centrais de apoio às partes envolvidas, com finalidade de combater ao pensamento de poder sob a mulher em reuniões e campanhas nas ruas como na ONG Mulheres Seguras, que tem fornecido tais suportes, junto de mídias sociais para que chegue a todos da sociedade. Logo com soluções exemplificadas nos encaminhamos para um futuro justo e igualitário a ambas as partes e possamos esquecer o sangue derramado sob cada corpo violado.